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Hermann Wolpert

Notas do Pesquisador

Filho de bananicultor, eu nasci em Miracatu, em 1955, no Bairro de Oliveira Barros (ex-Desvio Furuya). Em 1980, após o meu casamento com Aline, mudei-me para Juquiá. Esta cidade humilde, mas de povo hospitaleiro e amigo fez com que eu a adotasse com paixão. Interessado em sua história, eu descobri que, lamentavelmente, não existiam registros do passado. E este fato muito me entristeceu.

Todavia, no ano de 1972 eu havia tido a grata satisfação de adquirir a obra “A Vila de Prainha” e, na década de 1990, também adquiri “Histórias do Vale da Esperança”; ambas as obras de autoria do historiador Paulo de Castro Laragnoit, descendente do fundador de Prainha (Miracatu), que, para minha sorte, faziam várias referências históricas a Juquiá.

Pronto! O desafio estava lançado! Com as poucas informações que eu tinha em mãos, em 1995 decidi iniciar a minha própria obra a respeito da história de Juquiá e passei a pesquisar.  Anos depois, a obra “Iguape... Nossa História”, volume II, do iguapense Roberto Fortes, viria dar luz ao final de minhas pesquisas, pois ali também descobri os fatos relevantes que faltavam para melhor ilustrar a história de Juquiá.

Assim, na total ausência de obras realizadas por pesquisadores juquiaenses eu pude pescar, aqui e ali, fatos históricos que se desenrolaram no Município de Juquiá. Durante 10 anos pesquisei órgãos públicos, jornais da época, biografias editadas e, enfim, também à procura do cotidiano do passado juquiaense, entrevistei diversas famílias e moradores locais. Após trilhar este penoso caminho das pesquisas próprias, juntei os resultados obtidos e decidi contemplar as gerações presentes e futuras com conhecimentos que serão de grande valia para os juquiaenses.

Todavia, o volume de escritos, reproduções documentais e fotos mostrou-se, deveras, descomunal, alcançando mais de um milhar de páginas. Por causa dos custos de impressão, decidi, então, executar o lançamento do resultado de minhas pesquisas neste site. A obra divide-se em dois tomos, assim titularizados: “A Freguesia de Santo Antonio do Juquiá” e “Crepúsculo no Itariry”.

Contudo, minha pesquisa contém somente poucos fragmentos da vida política e social da Freguesia de Santo Antonio do Juquiá, desde os primórdios, antes de sua fundação, até a sua emancipação político-administrativa, em 1948. Com a instalação do Município e Câmara Municipal, a 10 de Abril de 1949, se pressupõe que os órgãos públicos municipais sejam guardiões do documentário de todos os fatos políticos da história de Juquiá. Em vista disto, no futuro, outros pesquisadores poderão continuar a relatar os acontecimentos históricos de Juquiá, com muito mais acerto.

APÓS O LANÇAMENTO DO CAPÍTULO INICIAL DA OBRA “A FREGUESIA DE SANTOANTONIO DO JUQUIÁ”, PELO PERÍODO DE 50 SEMANAS CONSECUTIVAS SERÃO PUBLICADOS NOVOS CAPITULOS.

Por ser elaborada por um amador, embora com muito cuidado, esta obra poderá trazer algumas discordâncias aos leitores que, com certeza, poderão intervir documentalmente e até fornecer-me outras informações, pois, com a sua colaboração, ela cresce dia a dia.